A CST, maior produtora mundial de semi-acabados de aço, foi constituída em junho de 1976, como uma joint-venture de controle estatal, com a participação minoritária dos grupos Kawasaki, do Japão, e Ilva (ex-Finsider), da Itália. Porém a sua operação começou em novembro de 1983.
Nesse período, a CST criou e consolidou sua liderança no mercado, passando por profundas transformações, intensificadas após a privatização em 1992. A partir daí, a Companhia passou a ser controlada por grupos nacionais e estrangeiros.
Com um programa de investimentos na ordem de US$ 1,8 bilhão até 2002, voltado especialmente para atualização tecnológica, a CST vem aumentando e enobrecendo o seu mix de produção, além de realizar melhorias operacionais e ambientais.
A Companhia diversificou a sua produção, em 2002, com a implantação de um Laminador de Tiras a Quente (LTQ), que incorpora a mais avançada tecnologia disponível no mercado. Já em 2004, a CST consolida a otimização da sua produção para 5 milhões de toneladas/ano (placas e bobinas), com a finalização da montagem da Central Termelétrica 4 (CTE 4), o que garante também a auto-suficiência energética da CST, mesmo com a operação do LTQ.
Em 2003, teve início o Plano de Expansão da produção para 7,5 milhões de toneladas/ano, projeto anunciado à sociedade com a presença do Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva. Serão investidos, ao todo, recursos da ordem de US$ 1 bilhão, com a implantação de novas unidades industriais com vistas à retomada do mercado internacional de placas de aço. A publicação do primeiro Relatório Ambiental auditado no Brasil, além do início da Certificação de empregados pela ABM dentro do Programa Nacional de Certificação de Operadores(PNQC), também marcaram o ano de 2003.
As obras de expansão da CST, que envolvem alta tecnologia e eficiente sistema de controle ambiental começam em 2004. No mesmo ano, acontece a consolidação do modelo energético com a entrada em operação da Central Termelétrica 4 e do sistema de Recuperação de Gás.
Em outubro de 2005 é criada a Arcelor Brasil. Resultado da união da Companhia Siderúrgica Belgo Mineira, da CST e da Vega do Sul, a Arcelor Brasil já nasce como um dos maiores grupos industriais do Brasil e com capacidade anual de produção de 11 milhões de toneladas de aço. No mesmo ritmo de crescimento, a CST alcançou a Certificação do Sistema de Gestão de Segurança e Saúde de acordo com a Norma OHSAS 18001.
Em Junho de 2006, a Arcelor e suas subsidiárias passaram a fazer parte do grupo ArcelorMittal, como conseqüência da fusão entre a Arcelor e a Mittal.
EXPANSÃO 7,5 Mt/ano
A Expansão da ArcelorMittal Tubarão iniciou sua operação em 2007. Com um investimento de US$ 1 bilhão, foram construídas novas unidades produtivas, que elevaram a capacidade de produção de 5 para 7,5 milhões de toneladas por ano de aço - placas e bobinas a quente, recuperando, assim, a participação da empresa no mercado siderúrgico internacional.
Em 2009, com investimento da ordem de US$ 120 milhões, a empresa inaugurou a expansão do Laminador da Tiras a Quente. A ampliação contemplou a instalação de um novo forno de reaquecimento de placas, permitindo à ArcelorMittal Tubarão ampliar sua capacidade de produção de 2,8 para 4 milhões de toneladas de bobinas a quente por ano.