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No exercício de 2003, a CST obteve uma receita liquida de vendas de R$ 3.729 milhões, com crescimento de 31% em relação a 2002. Essa performance reflete o maior preço médio realizado de placa (US$ 237/tonelada) desde 1997 e o quarto melhor da história da CST. Destaca-se, ainda, o crescimento das vendas de bobinas, produto de maior valor agregado, e os bons preços praticados no mercado interno, bem como a vantagem econômica e financeira proporcionada pelo LTQ ao vender no mercado interno, quando compensa o ICMS devido com os créditos tributários obtidos na compra de insumos para a produção, acumulados durante o período em que a Companhia vendia exclusivamente placas, prioritariamente para o exterior.
O cenário mercadológico decorrente da participação
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sem precedentes da Ásia, mais notadamente a China, influenciou o resultado bruto da Companhia, tanto do lado das receitas quanto do lado dos custos, na medida em que propiciou uma maior demanda de placas, mas também pressionou os preços dos principais insumos, principalmente o carvão, o minério e o gusa, assim como o preço dos fretes, determinando o aumento dos custos industriais.
Além disso, contribuíram para a variação de 25% dos custos dos produtos vendidos em 2003 o efeito cambial decorrente de um dólar médio superior em 5% ao dólar médio de 2002, a maior utilização de sucata no processo produtivo, visando à otimização da produção, bem como o aumento da produção de bobinas a quente — produto este de maior valor agregado.
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