CST
PERSPECTIVA DE PROCESSOS INTERNOS

Produção Anual de Placas (mil toneladas)

A CST é uma Companhia que tem em seus fundamentos e no modelo de gestão, focado na obtenção da excelência em todas as áreas, o seu maior diferencial em relação às demais empresas do setor. Vem continuadamente aprimorando os seus padrões operacionais, permitindo, além do aumento da produção, a melhoria da qualidade, o enobrecimento do mix de produtos e a manutenção de níveis de custos dos mais competitivos na siderurgia mundial.

      O destacado desempenho operacional da CST advém de uma estrutura baseada na alta qualificação de seu pessoal, forte investimento preventivo em manutenção, flexibilidade de produção e de mercado, contínuas parcerias estratégicas, permanente atualização tecnológica, atendimento às expectativas dos clientes e eficiente matriz energética. Além disso, é resultado da integração das diversas áreas em torno do objetivo comum de manter a estabilidade operacional.


PRODUÇÃO

      Nesse contexto, mais uma vez mantivemos a usina funcionando a plena capacidade, tendo operado praticamente todo o ano de 2003 acima das expectativas, com o estabelecimento de sucessivos recordes e o alcance de excelentes indicadores de desempenho nas diversas unidades da Companhia.
      Destaque-se a performance da aciaria, que alcançou um ritmo de produção de 5,4 milhões de toneladas/ano de aço líquido, com o registro em três meses do ano de produção superior a 450 mil toneladas/mês. Também foi estabelecido o recorde mundial de produção diária, com o convertedor 1 realizando 49 “corridas”, vazando 15,4 mil toneladas de aço líquido. Além disso, na "campanha refratária" desse convertedor foi registrada a sua melhor média histórica (44,33 “corridas”/dia).
      No último trimestre do ano foi registrada perda de produção por conta de incidente operacional na área de altos-fornos. Essa ocorrência afetou, em cadeia, a produção de aço líquido, de placas e de bobinas a quente, embora sem comprometimento mais sério das metas de produção do ano, registrando-se plena recuperação dos níveis mensais no mês de dezembro, quando o alto-forno 1 obteve recorde mensal de produção (323 mil toneladas de gusa) e de produtividade (2,36 t/m3/dia).

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