Perfil da CST

A CST, INAUGURADA EM 1983, é uma siderúrgica de renome internacional, especializada na produção de aço de alta qualidade, utilizado na fabricação de produtos presentes no dia-a-dia de milhões de pessoas.
Estrategicamente localizada na região metropolitana da Grande Vitória, no Estado do Espírito Santo, ocupa uma área, junto ao mar, de 7 milhões m2, parte de um terreno de 13,5 milhões m2. A COMPLETA INFRA-ESTRUTURA de que dispõe lhe proporciona condições privilegiadas tanto para a produção como para o abastecimento dos mercados interno e externo.

DESDE SUA PRIVATIZAÇÃO, EM 1992, acumula investimentos superiores a US$ 2,1 BILHÕES em atualização tecnológica, aumento da produção e enobrecimento do mix de produtos. Nesse período registrou algumas alterações em sua composição acionária, passando por fim a integrar o Grupo Arcelor – um dos maiores conglomerados siderúrgicos do mundo.

EM CONTÍNUA EVOLUÇÃO, atualmente PRODUZ PLACAS E LAMINADOS A QUENTE (BOBINAS) – produtos semi-acabados de aço – para o atendimento,mediante relações estruturadas de longo prazo,de uma carteira de clientes estrategicamente selecionados por segmentos industriais e regiões, no Brasil e no exterior.
Sua capacidade instalada de produção, por conta de uma nova EXPANSÃO EM ANDAMENTO, passará de 5 para 7,5 MILHÕES DE TONELADAS/ANO a partir de meados de 2006.

A SUSTENTABILIDADE DO NEGÓCIO é assegurada na CST por um modelo de gestão que busca manter o equilíbrio entre as dimensões econômica, social e ambiental, em sintonia com os princípios do desenvolvimento sustentável.


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Corte e Dobra

Toda superfície cria mistério.
O muro divide, proíbe, estanca, Não passa,
Ou bloqueia: é tumba, é campa,
É tampa – não desce e não sobe.
Esse não permanente
Aguça e lança:
E além? E embaixo?
E em cima? E dentro? E fora?
Cria o prazer de romper,
Atravessar,
Conquistar o outro lado,
O ar, o ver
E amanhecer no mesmo horizonte.
Quando corto e dobro
Uma chapa de ferro
Ou somente corto
Pretendo
Abrir um espaço
Ao amanhecer na matéria bruta
Luz que vale vela e revela
A comunhão do opaco
Com o espaço dos astros
Espaço
Que descobre o renascer
Redimindo a matéria pesada
Na intenção de voar.

Amílcar de Castro, 1999